Julia te amo muito

Apesar de nois nos conhecermos a pouco tempo eu estou apaixonado por você
Quero passar o resto da minha vida com você

te amo Julia

…Porque o mundo pertence a quem se atreve…

«…Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis…
…Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei decepcionar-me…
mas também já decepcionei alguém!
Já abracei para proteger, já me ri quando nao podia,
fiz amigos eternos,
amei e fui amada…
Mas também já fui rejeitada, fui amada e nao amei…
Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas!
Já chorei a ouvir música e a ver fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
apaixonei-me por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial!
Mas vivi! E ainda vivo!
VIVE!!!
Bom mesmo é ir a luta com determinação,
abraçar a vida e viver com paixão,
perder com classe e vencer com ousadia!
Porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é muito curta para ser insignificante!…»

…Amanhã pode ser tarde demais…

…Um mail recente fez-me recordar um pesadelo amargo… Falava da importância do dia de hoje, da morte, do muito que há por dizer, de tudo o que deixamos para um amanhã que pode nunca chegar!… As lágrimas saltaram-me dos olhos, e eu agradeci a esse Deus no qual não acredito por estar aqui… por ter a oportunidade de contar esta história!…
…É uma história como muitas outras… a única diferença é que não aconteceu ao vizinho do primo do irmão de um grande amigo meu… aconteceu comigo!…
…Lembro-me que era sexta-feira… estava sozinha em casa, era dia de festa!… Jantámos juntos e a risada era geral, a salada “a la Isa” parecia suculenta mas ninguém estava convicto que aquilo desse energia para a noite longa que se avizinhava! Enfim, todos comemos, a vontade de ir “curtir” não dava tempo para pensar muito! Barriga quase cheia, aprontámo-nos para sair de casa! Chegámos à rua e parámos para tomar a primeira decisão da noite… que carro levar? Sem pais em casa, havia dois carros à porta e a vontade de levar um 206cc era enorme… “Vamos de descapotável”, alguém disse!… O calor de Julho convidava à loucura… mas por algum motivo que ainda hoje não sei explicar, pareceu-me que no cabriolet íamos muito apertados! “Não, levamos a carrinha! Vamos mais à vontade!”… E fomos… Mal sabíamos que essa decisão nos ia salvar a vida!…
Primeira paragem… apanhar a última passageira da noite!… Já estávamos todos… os 4 de sempre, ali, prontos para a borga! Juntos, com vontade e depósito atestado!… Próximo passo, apanhar a auto-estrada, as docas esperavam-nos!… Conversa para cá, conversa para lá, entramos na auto-estrada e alguém pergunta “Liliana, quando é que tiras a carta?”… “Bummmmmm”, e não ouve resposta… Em vez disso, o carro bateu na parede, depois deu meia volta, bateu nos raides, subiu-os e capotou… para andar alguns metros até parar… De fundo só os pneus a guinchar, e alguém lá atrás que gritava… aterrorizada!… A resposta da Liliana, estava já muito longe dali… a noite, as docas, os risos, a música… Não me lembro de rever a minha vida… mas lembro-me de recordar todos os que amava e de lhos dizer ali, na confusão da morte mesmo ao lado… Lembro-me de pensar que nunca tinha dito ao meu pai que o amava… Lembro-me de ter medo… muito medo!… Mas lembro-me ainda melhor do terror por não ouvir a voz da minha melhor amiga… silenciada nas reviravoltas do acidente… “Esta merda nunca mais pára! A Lili! Eu quero ver a Lili! Não morras! Por favor!”… pensava eu! Bolas! Nunca lhe tinha agradecido, nunca lhe tinha feito ver que era a pessoa mais importante do mundo para mim! E agora ela podia não me ouvir nunca mais!…
Foda-se! Porquê?!!! Não acontece só aos outros??? Nós não bebemos! Não íamos em excesso de velocidade! Não fizemos manobras perigosas! Até íamos na faixa da direita! Mas só porque um inconsequente qualquer se esqueceu que o sono é o pior inimigo do volante, nós íamos morrer!… Não havia mais borga, nem risos, nem músicas! Não havia mais tempo para lutar, para amar, para ser feliz! Não havia segundas oportunidades para ninguém!… E será que tínhamos gostado de dizer mais alguma coisa? Eu tinha… e quando o carro parou, quando olhei para trás e vi o terror nos olhos dos meus amigos, soube que havia muito para dizer! Quando saíamos do carro, quando nos abraçámos, na incapacidade de acreditarmos que estávamos vivos, eu soube que afinal não acontecia só aos outros, àqueles outros que ninguém conhece nem sente como seus…
Não sei se algum dia vou deixar de ter pesadelos… Não sei se algum dia vou acreditar que estamos mesmo vivos… Não sei se algum dia vou perdoar àquele senhor que se deixou adormecer… Não sei se algum dia vou esquecer os gritos da Cátia, o silêncio da Liliana, o sangue do André, o barulho dos travões… Não sei!… Mas sei que vou continuar a contar tudo isto… vezes sem conta… para que nunca mais nos esqueçamos que amanhã pode ser tarde demais!…

…Desabafo!…

…Não gosto de pessoas que choram muito e não lutam… Não gosto de quem se encosta à sombra da bananeira e espera milagres… Não gosto de gente chata, que se vitimiza e acha que o mundo é uma treta porque não gira à sua volta!…
…Não gosto de vítimas, e ainda menos de falsas vítimas… Não gosto de gente que chama a atenção, que faz show off, que quer ser o que não é nem nunca virá a ser!…
…Não gosto de gente que não se vê, nem dos que se vêem a mais! Não gosto de coitadinhos, de fracos, dos que esperam que se viva por eles!…
…Não gosto de gente que não tem vida, e que quer viver a dos outros! Não gosto de gente que se faz de deprimida só para que se olhe para elas, e que não percebe que a depressão é uma doença grave que não serve para chamar a atenção!…
…Não gosto dessa gentinha que me tira do sério, que não é nada porque não faz por isso, e que acha que toda a gente faz alguma coisa contra elas!…
…Não gosto, porque não, porque me irrita, porque me dá raiva! Não gosto porque todos já caímos, tropeçamos e já fomos ao fundo do poço e não morremos, nem gritámos ao mundo “estamos aqui!” só para que toda a gente parasse para nos ver!…Não gosto porque há pessoas que realmente precisam de ajuda e ainda assim se remetem ao silêncio para “não incomodar”, enquanto essa gente chora só porque o sol não gira à sua volta!…
…Não gosto porque me incomoda! Não gosto porque me perturba! Não gosto porque te vejo a fazer jogo sujo e baixo quando não serás ninguém enquanto não mudares de atitude! Não gosto porque a minha vida é a minha vida, e ninguém vai nunca ser como eu ou como ninguém! Não gosto porque eu lutei sozinha e isso não fez de mim vítima da sociedade, mas uma mulher de que me orgulho de ser! Não gosto, acima de tudo, porque me desiludiste!
Custa demais….é dificil ler…é dificil sentir e perceber que tens toda a razão…é dificil suportar que a pessoa de quem falas..sou eu!!!
É angustiante demais perceber no que me tornei e perceber que desiludi as pessoas que mais me apoiavam e adoravam!
Entrei num tornado da vida…e tudo o que desejava era poder sair dele!
Eu sei..ja me estou a fazer de vitima e custa admitir que, inconscientemente, me fiz e me tenho feito!
Odeio-me tanto por isso! Odeio-me tanto por fazer sofrer as pessoas que gostavam de mim pelo que eu era..e não pelo que me tornei!
Eu também não gosto nada disso Isa, e acredita que tomei consciência do que estava a fazer, no momento em que começei a ler e as lágrimas simplesmente me correram pelo rosto, porque constatar a pessoa em que nos tornámos, é das coisas mais dificies de suportar!
É perder a identidade e simplesmente já não saber o que ando a fazer!
Eu sei e vou fazer isso apartir deste momento..mudar de atitude!
Só eu é que posso lutar por mim e mais ninguém! Não posso esperar que me venhas fazer todos os passos da vida e que dês todas as cabeçadas, se só eu é que as posso dar!
Não quero continuar neste rumo, não quero continuar como uma miuda fragil, que ainda não sabe nada da vida, e espera que a Mana mais velha lhe diga tudo!
Não quero Isa! E quero fazer isto por mim, pois nunca imaginei chegar ao ponto a que chegei!
É deprimente no que me tornei!
E sou a primeira pessoa a agradecer-te por me teres dito isto, na altura certa, em que pensava que já estava no rumo certo, e afinal esse rumo, ainda está um bocadinho mais longe do que pensava!
Desculpa ter-te desiludido e desculpa se te fiz sofrer! Espero que saibas que nunca na vida, essa foi a minha intenção!!
Espero que um dia…me possas perdoar!
Desculpa!
gostava que soubesses o quanto te admiro.
o quanto és para mim, tanta vez, uma inspiração como pessoa

…Amizade…

…Durante toda a minha adolescência achei-me senhora e dona de todas as verdades do mundo e confesso que demorei algum tempo a perceber que não sabia assim tanto da vida. No entanto, apesar de ter aprendido a lição à minha custa, continuei por bastante tempo a ter certezas inabaláveis acerca daquilo que constituíam para mim verdades incontestáveis que mais não serviam do que para me deixar mais confortável com esta minha teimosia em achar que controlava alguns aspectos da minha vida!…
…Assim sendo, uma dessas minhas verdades incontestáveis prendia-se com a amizade. Na verdade, sempre fui uma daquelas pessoas que fazia questão de distinguir claramente amigos de colegas e conhecidos e, por isso mesmo, amigos nunca tive muitos. Bastou-me sempre uma mão cheia para os nomear e a esse reduzido número de pessoas conseguia facilmente atribuir um número razoavelmente vasto de características e atitudes comuns, hábitos e gostos partilhados que me permitiam distingui-los do sem-número de colegas dos vários ambientes por onde passava – os de escola/faculdade, os da noite, os de trabalho, os “comuns”, entre muitas outras pessoas com que me cruzo e com as quais tenho passado bons momentos, mas dos quais não espero (os meus amigos a esta altura dirão “não exiges”) lealdade total e absoluta em qualquer altura da minha vida!
…Na verdade, esta mão cheia de amigos com quem tenho tido o prazer de partilhar todos os bons e maus momentos da minha vida é para mim um dos meus “bens” mais valiosos e um dos grandes pilares da minha vida. Ao longo do tempo, têm sido meus companheiros de batalha… de borga, de choro, de gargalhadas, de aventuras, de asneiras, de medos, de projectos e ambições mais ou menos comuns… Temos defendido esta amizade forte como o aço, partilhando todos os grandes passos das nossas curtas vidas e descansando em paz nesta amizade que nos tem dado toda a força para continuar a lutar em muitas guerras perdidas…
…Infelizmente, o aço também derrete… e a minha mão cheia de amigos ficou mais vazia estes tempos, e eu percebi que não existem verdades incontestáveis nem certezas absolutas, e que o facto de conhecermos as pessoas há muito tempo e de termos passado quase uma vida com elas não significa, muitas vezes, que as conheçamos melhor, significa apenas que nos vamos desiludir muito mais quando percebermos que afinal não as conhecíamos de todo… Mas isso é outra história, mais triste e amarga, e este texto não tem por objectivo ser cinzento…
…A verdade é que as desilusões nos fazem crescer, e a mim ensinaram-me que me devo questionar mais a mim e à vida num processo de aprendizagem e crescimento que não pode parar nunca… Fiquei mais amarga, é verdade, mas luto para que isso se transforme em clareza de espírito e humildade para reconhecer que sei menos do que penso e que tenho mais para aprender do que imagino… Fiquei a saber que afinal a minha mão cheia está um pouco mais vazia do que imaginava, mas que o copo um pouco mais vazio que tenho agora está cheio de pessoas extraordinárias que estiveram à altura da pior fase da minha vida… Mas acima de tudo, no fundo do poço, quando julgava que tudo estava irremediavelmente perdido, aprendi que a luz chega sempre depois da escuridão… que, felizmente, existe mesmo alguém que lá está a estender-nos a mão, a dizer-nos que nada está perdido e que devagar, muito devagar, tudo se resolverá…
…E tu, minha linda, foste uma das mãos que incansavelmente me ofereceu a força que eu precisava para continuar, mostrando-me que os amigos não são melhores porque estão lá a toda a hora, mas porque estão na hora em que mais ninguém está… Contigo tenho partilhado a profunda alegria de saber que existe alguém que nos ouve de facto, que nos entende e nos aceita pelo que somos e não pelo que gostaríamos que fosse, e que pode não estar lá sempre mas que está sempre que é precisa… Alguém que nos empurra o cu para cima quando não temos forças para subir as longas escadas da vida e que nos empurra a cabeça, por vezes demasiado leve, para baixo quando nos deixamos iludir por sonhos inalcançáveis… Alguém que nos ignora quando estamos demasiado cheias de nós, porque sabe que a amizade não são palmadinhas nas costas mas uma aprendizagem conjunta de tudo o que constitui a vida… Alguém que nos elogia quando conseguimos, que nos conforta quando falhamos e que, estoicamente, atravessa connosco o arco de fogo que nos tem posto à prova…
…Bem sei que a nossa amizade se fortaleceu com a dor, que chorámos mais vezes juntas do que sorrimos, que nos unimos numa altura em que a vida nos foi madrasta e precisávamos de alguém que nos ajudasse a não desistir… Eu sei, e também sei que o que nos une é inabalável, porque foi construído sobre a base sólida da entrega desinteressada, porque já vimos o mais negro das nossas almas e não desistimos de continuar a lutar por esta nossa… telepatia…
…No fim, sei que venceremos a maior parte destas batalhas e que juntas, depois de tudo, cantaremos o nosso inabalável amor à música e à vida num sonho que ainda vamos concretizar…

…Porque por mais que tente não me sai da cabeça…

«…Por sinal, essa esfera que me tentava sem me olhar,
nada mais era do que um som
que me levava a tentar fugir de ti… sair de ti…
Uma vez mais, sem saber porquê,
desisti para te dizer:
Não dá mais, quero mais…
Se não for assim,
esconde esse sorriso que me faz querer matar por mais!…
Mais, mais…
Quero mais…
Mais, mais…
Por isso esconde esse sorriso que me faz querer matar por mais…
Só assim dá para mim conseguir que não doa mais,
que me deixes ir,
que me libertes de ti, que não me faças sentir…
E eu não quero cair, não me posso entregar
sem que percebas que não podes julgar…
E eu quero tentar, poder acreditar
que o aperto cá dentro
um dia vai acabar…
E o monstro em mim, não irá sucumbir,
não desfalece por não conseguir
que olhes para mim, que me faças existir…
Por isso esconde esse sorriso que me faz querer matar por mais!…
Mais, mais…»

primeira vez

Primeira vez dela:

Ele - Vamos começar?

Ela - Não sei, estou com medo!

Ele - Medo de quê?

Ela - Medo de doer.

Ele - Um dia você vai ter que deixar.

Ela - Acho que não.

Ele - Confie em mim. Eu vou devagar.

Ela - Como fico?

Ele - Nessa posição.

Ela - Assim?

Ele - Abra mais um pouco.

Ela - Ai, está doendo.

Ele - Agüenta firme, não posso parar.

Ela - Não posso agüentar mais.

Ele - Abra mais.

Ela - Está doendo.

Ele - Vou tirar.

Ela - Que alívio!

Ele - Até que não fomos mal.

Ela - Ai, está sangrando.

Ele - Sempre sangra um pouco.

Ela - E se não parar?

Ele - Claro que pára.

Ela - Como você sabe?

Ele - Tenho experiência.

Ela - Está parando.

Ele - Não disse?!

Ela - Quando volto para arrancar o outro dente?

Eu - Hein !!! pensou besteira né? Envie para outra pessoa que irá pensar besteira como vc… rsrsrsrsrsrs

mosquito

VOCÊ COMIGO NA CAMA ME CHUPAVA

ME LAMBIA, ME MORDIA

QUE SENSAÇÃO

ENFIM VOCÊ REALIZAVA MAIS SONHOS E MENTIA UM ENORME PRAZER!!

SEU CORPO JUNTO AO MEU

FICAVA QUIETO, MAS DERREPENTE O FOGO SUBIU E AGENTE ROLAVA

EM GEMIDOS

MAS NÃO CONSEGUIA DORMIR, VOCÊ NÃO DEIXAVA

LOGO DEPOIS, SUJO DE SANGUE

PERCEBI QUE MEU DESEJO SE REALIZAVA

ORGULHOSO E FELIZ GRITEI PARA O MUNDO OUVIR

MATEI VOCÊ, SEU MOSQUITO DESGRAÇADO!!!!!

obs: Aposto q pensou um monte de sacanagem hemmmmmmmm bjs

Pitty - Na Sua Estante

Te vejo errando e isso não é pecado
Exceto quando faz outra pessoa sangrar
Te vejo sonhando e isso dá medo
Perdido num mundo que não dá pra entrar

Você está saindo da minha vida
E parece que vai demorar
Se não souber voltar ao menos mande notícia
Cê acha que eu sou louca
Mas tudo vai se encaixar
Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia

E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu

E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu

Você tá sempre indo e vindo, tudo bem
Dessa vez eu já vesti minha armadura
E mesmo que nada funcione
Eu estarei de pé, de queixo erguido
Depois você me vê vermelha e acha graça
Mas eu não ficaria bem na sua estante
Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia

E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu

E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu

Só por hoje não quero mais te ver
Só por hoje não vou tomar minha dose de você
Cansei de chorar feridas que não se fecham, não se curam
E essa abstinência uma hora vai passar…

corações lasadoscorações lasados